Oftalmopediatria Brasilia Asa Norte

Oftalmopediatria Brasilia Asa Norte2019-04-23T21:38:00+00:00

Primeiro Olhar Oftalmologia
Oftalmopediatria e Estrabismo

A Primeiro Olhar foi pensada com carinho para oferecer um atendimento diferenciado em oftalmologia às crianças e adolescentes, bem como a seus familiares.

Quando levar a criança a um oftalmopediatra?

Após o nascimento, é necessário que o bebê faça o teste do olhinho em busca de alterações no reflexo pupilar associadas a algumas doenças oculares. Esse teste pode ser realizado pelo médico generalista ou pelo pediatra, mas caso alguma alteração seja encontrada, é importante que a criança passe por uma avaliação oftalmológica completa que só o oftalmologista ou o oftalmopediatra é capaz de realizar.

Da mesma forma, outras alterações oculares como o estrabismo e os erros de refração também necessitam de um acompanhamento regular com o especialista.

A Sociedade Brasileira de Oftalmopediatria (SBOP) sugere que uma consulta com oftalmologista seja realizada a cada 6 meses durante os 2 primeiros anos de vida e após,anualmente, até os 10 anos de idade. Caso seja diagnosticado algum erro refracional ou patologia ocular, a frequência das consultas poderá ser menor, conforme o caso.

O que é o teste do olhinho?

O teste do olhinho é um exame oftalmológico simples que consiste na utilização de um feixe de luz para iluminar o olho do bebê, estimulando a produção de um reflexo vermelho natural no globo ocular. A produção desse reflexo, sem nenhum tipo de obstáculo ou formação de coloração branca, é sinal de que a criança apresenta uma visão saudável.

O teste do olhinho é feito para ajudar a prevenir e diagnosticar doenças relacionadas com a saúde ocular, como a catarata congênita, o glaucoma, infecções, cegueira, retinoblastoma e outros quadros clínicos que podem ser desenvolvidos ainda na infância. Em muitas crianças, essas doenças só são diagnosticadas em uma idade muito avançada, situação que dificulta o tratamento de qualquer um desses quadros clínicos, resultando em graves problemas de visão. A intenção do teste do olhinho é detectar precocemente os problemas para poder, quando necessário, começar o tratamento imediatamente.

Como é feita a avaliação oftalmológica das crianças?

Muitas alterações podem ser diagnosticadas apenas com a observação do comportamento da criança. Os bebês, por exemplo, devem ser capazes de identificar e pegar um objeto, acompanhar com o olhar a movimentação de pessoas a seu redor e reagir a mudanças na iluminação do ambiente.

Por volta de 1 ou 2 anos de idade, já dá para ver como a criança anda, se ela tropeça muito, se bate em objetos espalhados pelo ambiente ou se consegue desviar deles. A partir dos 4 anos de idade, a criança já poderá ler letras e números e realizar um teste de visão mais tradicional, descrevendo imagens e identificando cores.

Além dessa avaliação observacional, é importante que seja feita uma avaliação da refração, motilidade ocular e do fundo do olho das crianças. Isto é importante devido a vários motivos:

  • as crianças, na maioria das vezes, não se queixam de alterações oculares, o que faz com que seja necessária uma avaliação completa, para termos a certeza de que não há qualquer alteração;
  • algumas crianças podem apresentar alterações somente em um dos olhos, o que pode passar despercebido para os pais, já que o outro olho “compensa” a dificuldade;
  • crianças têm grande capacidade de “compensar” graus de hipermetropia o que faz com que mantenham boa acuidade visual, mesmo com graus elevados. Nestes casos, somente o exame com a pupila dilatada permite determinar corretamente o grau total da criança para avaliarmos se será, ou não, necessário o uso do óculos.

CORPO CLÍNICO

Juliana de Souza Rocha - oftalmologista

DRA JULIANA DE SOUZA ROCHA
CRM-DF 11.567 | RQE Nº: 6432

  • Graduada em Medicina pela Universidade de Brasília (1994-2000)
  • Residência Médica em Oftalmologia pela Universidade Estadual de Campinas -UNICAMP (2002-2005)
  • Título de Especialista em Oftalmologia concedido pela Associação Médica Brasileira e Conselho Brasileiro de Oftalmologia (2004)
  • Fellow nos setores de Estrabismo e visão subnormal, Córnea e Glaucoma na Universidade Estadual de Campinas (2004)
  • Médica concursada da Secretaria de Saúde do DF, atuando como oftalmologista no Hospital Regional da Asa Norte -HRAN (desde 2011)
  • Médica concursada do Hospital das Forças Armadas – HFA (2009-2016)
  • Oftalmologista preceptora do programa de residência médica em oftalmologia no HFA. (2009-2016)

  • Membro do Centro Brasileiro de Estrabismo -CBE
Karla Delalíbera Pacheco - oftalmologista

DRA KARLA DELALÍBERA PACHECO
CRM-DF 16.497 | RQE Nº: 15529

  • Graduada em Medicina pela Universidade Federal do Triângulo Mineiro – UFTM (1997-2003)
  • Residência Médica em Oftalmologia pela Universidade Federal do Triângulo Mineiro -UFTM (2004-2007)
  • Título de Especialista em Oftalmologia concedido pela Associação Médica Brasileira e Conselho Brasileiro de Oftalmologia (2007)
  • Fellow nos setores de Estrabismo e oftalmopediatria na Universidade Federal do Triângulo MIneiro – UFTM (2007)
  • Membro do Centro Brasileiro de Estrabismo – CBE
  • Membro da Sociedade Brasileira de Oftalmopediatria – SBOP
  • Membro da Academia Americana de Oftalmologia

“Não existe idade mínima para uma criança usar óculos. A visita regular ao oftalmologista é importante para evitar problemas futuros”

Dra Juliana de Souza Rocha - 2Dra. Juliana de Souza Rocha
Oftalmologista

“Realizamos o atendimento oftalmológico com foco em crianças, desde recém-nascidos até adolescentes. Nossa área de atendimento também engloba os adultos familiares das crianças, bem como pacientes de qualquer idade.
Lembrando que as doenças oculares na criança precisam ser diagnosticadas precocemente e tratadas adequadamente, a fim de evitar uma perda visual irreversível.”

Dra Karla Delalíbera Pacheco - 2Dra. Karla Delalíbera Pacheco
Oftalmologista

ARTIGOS

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